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Se você pensa que todos os mercados no Brasil andaram à míngua em 2014, saiba que as fusões e aquisições movimentaram mais de US$ 100 bilhões em pouco mais de 870 transações.
E em 2015, o entusiasmo dos bancos especializados esta maior ainda. Tudo motivado pelos resultados da Operação Lava Jato, que esta levando algumas construtoras a venderem seus ativos, empresas de óleo e gás, bem com o setor elétrico, com dificuldades de financiamento.
Complementando, o dólar valorizado facilita a compra por investidores estrangeiros.
Algumas Instituições financeiras alcançaram índices de crescimento entre 20 e 25% em suas operações, o que compensou com sobras suas perdas no mercado de ações.
Como destaque destas operações aparece a aquisição da GVT pela Telefônica, que movimentou cerca de US$ 9,7 bilhões.
Segundo especialistas dos Bancos BTG e Credit Suisse, líderes no Brasil, as operações anuais desta natureza têm se mantido na casa dos 65 bilhões de dólares e tendem a se manter assim.
Como você pode ver, sempre há alguém ganhando com a "crise"...
Você gostaria de participar de um mercado que anualmente movimenta mais de US$ 3,4 trilhões?
Um negócio bem maior que o próprio PIB do nosso País.
Talvez você até não se mostre interessado num primeiro momento, mas o fato que você e muitas das pessoas mais próximas a você em sua família, em seu trabalho, ou em qualquer lugar por onde você ande, já fazem parte desta indústria.
Estamos falando de coisas tão diversas (e tão interligadas) como spas, móveis, turismo, alimentos, dentre outros.
Para você ter uma ideia, é mais até que a indústria farmacêutica em todo o mundo.
Em termos cronológicos, para você ter uma ideia do crescimento expressivo deste mercado, até o início do século XX as grandes fortunas estavam na mão de quem comercializava madeira, aço e petróleo. Após a segunda guerra mundial, com a aceleração da comunicação, da economia e da vida das pessoas em nossa planeta, a cada nova década víamos o destaque de uma nova indústria: Nos anos 50 foi a construção civil, na década de 60 foi a automobilista, nos anos 70 os eletrodomésticos, na década de 80, o entretenimento, nos anos 90 a indústria de informática transformou Bill Gates no homem mais rico do mundo e na virada do século, a internet transformou jovens como Mark Zuckerberg e Sergey Brin em novos bilionários.
E agora vemos que a geração nascida entre os anos 80 e 90, agra na fase adulta, e influenciada pela internet demonstra maior consciência sobre o consumo de alimentos e sobre a preservação daquilo que chamamos de nosso bem-estar.
Junte-se a isso nosso estilo de vida estressante, alimentação inadequada e o desejo de viver mais e com mais qualidade de vida, aproveitando melhor a família, viagens e novos prazeres após a aposentadoria.
Além de impulsionar indiretamente tantos segmentos há algumas décadas, agora vemos que a Indústria do Bem Estar já se faz notar e destacar dentro da indústria da tecnologia.
Só a título de curiosidade, até 2016, cerca de 200 milhões de dispositivos tecnológicos usados para vestir ou usar junto ao corpo, farão parte de nosso guarda roupas e das nossas listas de presente de aniversário...
Incrível. Dispositivos que nos permitem monitorar sinais vitais, necessidades fisiológicas, prevenir doenças, regular nossa atividade corporal...
Você pode assistir este vídeo com dicas (em inglês) sobre estes dispositivos (wearables) aqui:
Sem dúvida um oportunidade incrível de negócios em produtos e serviços!
Para você que é nosso cliente na VAP! Vendas de Alta Performance, reunimos duas perspectivas para este novo desafio que se avizinha:
De um lado, temos Alencar Burti, falando em nome do SEBRAE e das pequenas e médias empresas brasileiras, e suas projeções que indicam que, mesmo com melhora de faturamento em novembro e dezembro, é grande a chance de encerrar o ano com empate técnico no faturamento das PMEs: aumento real de 0,2% em relação ao ano de 2013.
E, segundo Burti, tudo indica que 2015 não será um fácil, com economia ainda estagnada, índices de inflação que teimam em não baixar e a confiança dos consumidores também em queda. Ou seja, o desempenho das pequenas também deve ser modesto.
Ainda segundo o presidente do conselho deliberativo do SEBRAE-SP, será a hora de todos fazerem suas lições de casa: empresários, empresas e equipes melhor preparados têm mais chances de ultrapassar os obstáculos que se avizinham.
Como uma das bandeiras a serem defendidas pela instituição está a próxima alteração do Simples, com a criação de tetos de transição de R$ 7,2 milhões e de R$ 14,4 milhões, a implementação de uma faixa de transição para os MEIs, entre R$ 60 mil e R$ 120 mil, a diminuição de faixas de tributação (de 20 para sete), e a redução do número de tabelas (de seis para quatro).
Por outro lado, trazemos a você, nosso leitor, a posição de Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que apresenta cenários com alternativas mais promissoras:
A expectativa para o ano que vem é de um crescimento entre 5,5% a 7% do mercado de franquias. No caso de número de unidades, a estimativa é de um aumento de 7,5% a 8,5%. “É um número bastante forte por conta das aberturas de novos shoppings programados para o ano que vem. O número de lojas de ruas também começou a crescer, principalmente nas cidades do interior”, explica.
E com a ajuda de alguns especialistas deste setor , a ABF e a EXAME.com reuniram as tendências do mercado de franquias do ano que vem que mais prometem.
A conclusão e mensagem que queremos deixar para você é a de continuar trabalhando firme, investindo nas tendências que prometem, e também buscando melhorar, sistematizar e inovar em seus processos de gestão e vendas rumo à Alta Performance em seus negócios.