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Por quê mais esforço, mobilização e
“atitude e entusiasmo” em sua força de vendas? Por quê “Vender a Qualquer Custo”?
Vender mais pode fazer sua empresa
se endividar mais?
Embora pareça uma pergunta
simplista e de resposta um tanto óbvia, nem sempre as empresas consolidam seus
dados de vendas líquidas, custos, despesas e financiamento de seu capital de
giro.
Tanto o empresário, como o diretor comercial
(dentre outros líderes de uma Organização) deveriam levar em conta que o
capital de giro mede a liquidez, eficiência e saúde geral de uma empresa.
Também deveriam saber que todo
negócio tem o que chamamos de Necessidade de Capital de Giro (NCG), uma função
do ciclo de caixa da empresa que, basicamente, mostra que, se o ciclo de caixa
for longo, uma NCG maior, este alongamento e descompasso entre as compras de
mercadorias (no comércio) ou de insumos (na indústria) pode impor um endividamento
financeiro cruel para seu negócio.
E não há entusiasmo numa equipe
comercial que sobreponha isto!
Quando a conta “receitas – despesas”
(ou seja, o resultado operacional), após sua devida contabilização, se torna
negativa, a organização deve tomar decisões para retomar seu superávit
operacional. Mais uma vez, a preocupação passa a ser a Necessidade de Capital
de Giro.
Nem sempre esta transparência e
compartilhamento de informações chega como deveria à força de vendas, e o que presencio
em diversas empresas em nosso País é uma queda de braço entre vendas e
controladoria (ou financeiro), onde o foco infelizmente vai para as
consequências e não para as causas, como deveria ser.
“Vender a Qualquer Custo”, ou ao
custo de crescer de forma sadia?
Há casos e casos: Imagine que sua
empresa esteja investindo em tecnologia da informação, ou em capacitação da
liderança para aumentar sua eficiência e produtividade, o que, a curto prazo
(se possível em até 2 anos), reduzirá seus custos.
Para que esse investimento seja
possível, ela precisou recorrer a uma ajuda externa, mas isso somente depois de
avaliar amplamente a viabilidade da compra de bens de capital ou da contratação
de serviços de treinamento, respectivamente.
Ora, na maioria das vezes o time
comercial não participa de decisões estratégicas deste tipo e, por
consequência, o comprometimento de todos é mínimo.
Mais do que nunca, é necessário incorporar
ao receituário dos seus profissionais de vendas ingredientes como: custo da
dívida ao longo do tempo; aumento de receita esperado; impacto das receitas no
fluxo de caixa, ou mesmo indicadores como: Payback
e Taxa Interna de Retorno (TIR).
Claro que também não posso deixar
de citar a temerária falta de vendas, quando as iniciativas de planejamento estratégico,
marketing em geral e uso dos canais de vendas se mostraram inadequados, aliadas
possivelmente a uma gestão financeira tímida.
Este volume de vendas abaixo do
ponto de equilíbrio da operação da empresa (indústria, comércio ou serviços)
certamente afetará o capital de giro. Um exemplo bem típico, é quando a empresa
passa a ter um prazo médio de recebimento maior que o prazo médio de pagamento.
Passar a operar com capital de
terceiros e ser dependente deles pode levar sua empresa a contrair dívidas de
maneira sucessiva para quitar outras dívidas -olha uma bola de neve se
aproximando...
Organizações onde falta a cultura
do planejamento compartilhado, com comprometimento de toda a liderança, e que
carecem de controle orçamentário transparente e efetivo, acabam sendo mais
suscetíveis a ver o seu índice de endividamento aumentado comprometendo seu
resultado operacional (Ebitda) que, com muito sacrifício, um dia foi exemplar,
antes de partirem para “Vender a Qualquer Custo”.
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expressar sua opinião sobre este artigo? Deixe aqui seu comentário ou escreva
para contato@ernestocostasantos.com.br.
Obrigado!
Por
mais prazeroso que possa ser o trabalho de vendedor, sempre há
os clientes que são um verdadeiro pesadelo. Diante deles, nossa primeira
vontade é fugir, mas tanto nos negócios como na vida, temos que encarar de
frente situações difíceis e desagradáveis.
Por isso, listamos aqui alguns dos piores
tipos de clientes, aqueles que parecem capazes de acabar com o entusiasmo de
qualquer um, e alguns truques para você se blindar contra eles e tirar o melhor
da situação, sempre.
Os Tipos Mais Difíceis de Clientes e Como Lidar Com Eles
O Chorão: Esse é
clássico, quer descontos e mais descontos, nunca para de resmungar e achar tudo
caro. Para lidar com ele, sugiro que você cite casos de sucesso e otimismo com
outros clientes, assim valorizando o seu produto ou serviço. Essa é uma forma
de se posicionar e defender o seu ponto de forma firme, mas sem agressividade.
Outra reação indicada é, no momento de fazer a oferta, oferecer ao cliente
apenas duas opções, para que ele não fique indeciso demais e ache que é
possível flexibilizar demais as condições de venda.
O
Raivoso: Também é bastante comum, e é muito difícil de
lidar porque já chega com uma má impressão, muitas vezes causada por fatores
que estão fora do nosso alcance. Ele grita, quer desabafar e insiste que você e
sua empresa estão errados. O primeiro segredo para contornar essa situação é
não se deixar levar pelo clima ruim. Respire fundo, não demonstre irritação e
escute-o atentamente, mas sem se curvar. Procure demonstrar que o erro ou
problema já foi superado e não se repetirá, sempre num tom de voz calmo.
O Entusiasmado: Esse é um pouco mais
raro, mas também pode dar trabalho. É aquele
que chega otimista, diz que não tem crise e se empolga nos pedidos, só pensa em
comprar e comprar, mas não pensa em como irá pagar mais tarde, o que pode gerar
problemas sérios de inadimplência. Com esse tipo de cliente, verifique seu
histórico e aja de forma mais conservadora, tente chama-lo de volta à realidade
e trabalhe alinhado com o departamento de crédito.
O Sumido: O
cliente sumido é aquele que marca reuniões, confirma, mas não aparece. Depois
de horas esperando, você recebe uma mensagem avisando que ele teve um
compromisso urgente. Lidar com esse tipo de cliente é complicado, pois na
maioria das vezes, não percebemos nenhum sinal de que ele irá nos deixar na
mão, então o que podemos fazer é tentar evitar que isso se repita. Seja firme e
mostre que você não estará sempre à disposição, e que seu tempo e trabalho
devem ser valorizados.
O
Medroso: Ele até quer fechar o negócio, mas tem medo
que algo dê errado, não saia como o planejado, ou simplesmente, de se
arrepender. Faz mil ponderações, exige garantias e, a cada passo para frente,
dá dois para trás. Pode ser difícil lidar com ele no começo, mas tudo pode se
resolver se você tiver paciência e jogo de cintura. Envolva o cliente em todas
as etapas da negociação, demonstre transparência e seja firme ao responder suas
objeções
O Calado: O
cliente calado é aquele que, diante das suas perguntas, se limita a responder:
“sim”, “uhum”, “é”, “não”. É bastante difícil desenvolver o assunto com ele,
então a negociação se torna lenta e trabalhosa, e você sente desconfortável por
ter de fazer perguntas demais. A solução para lidar com esse cliente é sempre
procurar fazer perguntas abertas, que exijam uma resposta mais elaborada do que
“sim” ou “não”, por exemplo: “Qual a sua necessidade?” ou “De que forma posso
atendê-lo melhor?”, como uma forma de guia-lo para se abrir mais.
O Falador: Por outro lado, o cliente que fala demais também pode
causar problemas na hora da venda. Ele se empolga, fala e dá tantas voltas, que
você não consegue direcionar a conversa para o fechamento do negócio. Nesse
caso a solução é fazer perguntas fechadas, que demandem respostas diretas, e
não tenha medo de ser firme. Se ele começar a falar demais ou desviar o
assunto, chame sua atenção de volta para a negociação.
O Emocional: É aquele cliente que apela
para um suposto vínculo que possui com a empresa para garantir condições
especiais, algumas vezes parecendo uma criança mimada. Por já ser cliente há
algum tempo, exige descontos e tratamento diferenciado. É claro que tratar de
forma especial os clientes antigos é fundamental, mas nem sempre é possível atender
todas as demandas do cliente emocional. Demosntre apreço e gratidão pela
preferência, e fale respeitosamente mas sem se deixar levar pelo apelo
emocional. Trabalhe dentro das condições possíveis da empresa, senão pode
acabar refém desse tipo de cliente, que sempre pode pedir mais.
Como você já sabe, a vida de vendedor pode ser uma aventura às
vezes, com tantos clientes difíceis e de personalidades diversas. Por isso, ter
algumas cartas na manga é fundamental para conseguir lidar com as dificuldades
que aparecem no caminho. Espero que essas dicas tenham ajudado a tornar seu dia
a dia mais tranquilo.
Compartilhe comigo suas aventuras e desventuras. Já deu de cara com algum outro tipo diferenciado?
Neste post, quero indicar alguns Temas e vídeos que indico para os profissionais de vendas e líderes de alta performance, para a sua capacitação comercial.
Sempre que conduzo palestras e treinamentos pelo Brasil, procuro ficar atento às demandas adicionais de meus clientes e costumo recomendar alguns estes tópicos a seguir:
1. Para manter o moral da tropa, recomendo a série "30 Dias de Vendas de Alta Performance" nesta playlist:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLvJqWHFki1zt-SJbBFxIpLgyf4Kr0636A
2. Se o Tema desejado for VENDAS DE ALTA PERFORMANCE, tenho vídeos sobre produtividade, roteirização, gestão da carteira, bater metas:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLvJqWHFki1zuWz-Q4uaiURHoqa-dq7rWu
Em especial, se seu assunto de interesse for CRM - GESTÃO DO RELACIONAMENTO COM CLIENTES, que tal assistir esta PLaylist:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLvJqWHFki1zuhX9Tunk1EjIS3HkP3vlo9
3. Se você quer mais informação e capacitação sobre Comunicação, em especial PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA, temos os vídeos sobre comunicação verbal e não verbal, pnl:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLvJqWHFki1zuzxW6r6QhG6-uYlFVw27T0
4. Se você deseja se especializar em LIDERANÇA, que tal começar pelo AUTOCONHECIMENTO? há ótimos vídeos de 3 a 5 minutos sobre liderança, líder coach, gestão de alta performance, teste de perfil:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLvJqWHFki1zvwaM3CAXF-jYuniPHypa8S
5. Se você que trazer as melhores TÉCNICAS DE VENDAS, abordadas de forma BEM HUMORADA, que tal esta série que separei espacialmente para fazê-lo sorrir, enquanto aprende?:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLvJqWHFki1zux1WmV7McTRnQR1GFg8sk_
Experimente navegar pelo meu Canal no Youtube e conhecer estes e outros temas de interesse diário para as equipes de vendas e seus líderes.
É interessante elaborar Trilhas de Conhecimento e promover debates semanais ou quinzenais com a equipe treinada para sedimentar os conceitos.
Caso necessite de ajuda, não hesite em me procurar pelo meu whatsapp: 11.99726.1900 ou e-mail ernesto@vendasdealtaperformance.com.br.
Como acertar em cheio para definir o conteúdo e
para atender às expectativas de seu time!
Como seu Kick off de vendas é um
dos poucos, senão o único, encontro anual de toda a sua força de vendas e
lideranças, é natural que você queira que todos os participantes saiam de lá
confiantes nas estratégias traçadas pela empresa, estejam devidamente treinados
quanto aos novos produtos, sejam atualizados quanto aos movimentos do mercado (em
especial os da concorrência), e com suas energias recarregadas para que retornem
ao front de batalha com sua força
total!
Neste artigo, vamos justamente
falar sobre o caminho das pedras para que todas essas suas expectativas sejam atingidas.
Os 3 aspectos que você deve sempre considerar
Inicialmente, para facilitar o
planejamento de toda a produção de sua Convenção, você deve considerar:
1. O estágio de maturidade da sua
equipe comercial
As equipes comerciais podem ser
classificadas de acordo com sua maturidade, podendo estar posicionada em um
desses estágios: construção, competição, manutenção, expansão, renovação.
O estágio de construção é quando
a organização de vendas está se estabelecendo pela primeira vez. Se for bem
sucedido, esse estágio será seguido por um de competição, ou de alto
crescimento e, em seguida, se manterá num estágio de manutenção, que dependerá
de estar contando com um sucesso consistente.
Daí em diante, à medida que sua
organização de vendas envelhece, ele poderá ou não ampliar este seu sucesso passando
por um estágio de expansão (territorial, ou em sua estrutura), ou sofrerá um declínio
e você se verá forçado a fazer uma readequadeção e renovação dela, usualmente
com a redução do seu tamanho.
Como cada etapa encontra um
conjunto único de desafios, cada Convenção ou Kick off de Vendas terá um foco específico,
podendo ser um estudo mais aprofundado dos produtos e serviços, ou a aplicação
prática de modelos de vendas consultivas, ou a busca de maximizar a
produtividade da força de vendas.
Continuando, em estágios mais
avançados de desenvolvimento de uma força de vendas, a equipe poderá estar
segmentada, com conteúdos e palestras específicos para cada um dos diversos segmentos
de seu mercado. Neste caso, poderão ainda contemplar temas sobre economia,
governo x setor privado, canais específicos, como varejo, distribuição, inovação
e tendências, dentre outros tantos segmentos de mercado ou drivers que façam sentido agora para sua empresa e seu time
comercial.
2. Seu posicionamento de mercado
Em muitos dos casos, um grupo
pequeno de empresas controla ou se destaca em seu mercado. Caso sua equipe de promotores,
vendedores e líderes esteja ou não dentro dessa realidade, a situação deles
muda bastante.
As características bem diferentes
desses cenários de mercado, podem levar seus profissionais de vendas a se
empenharem em manter seu share e
ampliarem seu relacionamento e capacidade de retenção de seus clientes (perfil “farmer”), ou a se voltarem a prospectar
e conquistar novas contas (perfil “hunter”).
3. Os desafios de vendas de seus vendedores
e seus líderes
Toda equipe comercial tem seus
pontos fortes e fracos. Por exemplo, é muito comum vendedores não saberem
explicar claramente como sua solução impactou positivamente o negócio de seus clientes.
Ou demonstrarem não serem capazes de conversar efetivamente com os diversos
níveis hierárquicos de seus clientes, como C-Level, por exemplo e a grande
maioria desconhece práticas efetivas de Venda Consultiva que agreguem valor à
solução que ofertam aos seus clientes.
Outros pontos de atenção podem
incluir sua disciplina pessoal no uso dos métodos e ferramentas de trabalho na
gestão de sua carteira ou em suas ações de prospecção, ou ainda falta de
habilidades numa negociação ganha-ganha ou ainda má gestão do tempo.
Uma Convenção ou Kick off de
vendas representa uma ótima oportunidade para se concentrar nas fraquezas
específicas da sua organização, a fim de melhorar o desempenho global da
equipe. Caso a sua organização não identifique com precisão essas fraquezas, certamente
uma grande oportunidade de superá-las estará sendo perdida.
Invista um tempo na especificação
da agenda, fazendo entrevistas com os diversos níveis hierárquicos de sua
estrutura comercial, bem como com as pessoas chaves de áreas de interface, como
logística, marketing, crédito e mesmo TI.
Em meus projetos, costumo
utilizar ferramentas próprias de assessment, como o SHV – Scorecard de Atitudes em Vendas para essas entrevistas e
especificação adequada das demandas e necessidades trazidas pelo RH ou Direção
Comercial do nosso Cliente.
O que os seus profissionais de vendas esperam de sua próxima Convenção
Agora que chegou a hora, como
definir uma agenda com temas que sensibilizem, engajem sua força de vendas?
Este não é um desafio simples,
pois além das inevitáveis questões operacionais, como nova plataforma
tecnológica, ajustes na logística, ou nova política de crédito, muito
provavelmente sua próxima Convenção ainda terá que tratar das atualizações e
novo lançamentos de produtos e dos programas de marketing e campanhas em
andamento.
Além desses temas ainda há a
questão chave antes que a agenda da sua próxima Convenção de Vendas seja sacramentada:
O que seus profissionais de vendas realmente desejam deste seu próximo Meeting?
Vamos aos temas mais desejados?
1. As mais recentes e melhores
técnicas de vendas
Alguma dica imperdível? Um novo
jeito de arrancar mais pedidos? Como fazer diferente da concorrência? Os
melhores profissionais de vendas e seus líderes sempre me dizem que querem
aprender algo novo em sua área de atuação.
Eles “acham” que já entendem todo
o processo de venda e se dizem cansados de palestras sobre o que (supostamente)
já dominam há tanto tempo...
Por isso, se há um fato novo, que
bom! Explore-o de todas as maneiras possíveis. Se, por outro lado, a realidade
não condiz com suas percepções, encontre um jeito diferente e impactante de
passar-lhes seu conteúdo.
Usualmente, eles querem conhecer
as novidades (e palestrantes) no campo das vendas, mas aja com critério: Não
traga apenas oba oba sem conteúdo e aplicabilidade, pois o entusiasmo
despertado passará rápido.
2. Motivação renovada
Sejamos francos: Em meio a tantas
notícias ruins, tantas oscilações em nossa economia, e com tantos clientes com
restrições de crédito ou mesmo já fechados, sua Convenção precisa tratar
desenvolver o espírito de corpo no seu time e blindá-los para todos esses
desafios.
Também não caia na tentação de
cancelar sua Convenção Anual de Vendas. Este seria um grande erro porque um dos
aspectos mais importantes de cada um desses encontros é preservar e turbinar a
atitude mental da sua equipe. Este cuidado lhes dá a garantia de que não estão
sozinhos em suas batalhas e de sua empresa é de onde continuaram tirando seu
sustento e realizando seus sonhos!
Uma Convenção ou Kick off de
Vendas também tem este objetivo. Derrotar dois dos piores inimigos dos
vendedores: a insegurança e a falta de referências positivas. Sua convenção
deve conter entusiasmo, positivismo, reconhecimentos e deve dar ao seu time uma
visão da clara de conde sua empresa quer chegar e, claro, quais os desafios a
serem superados.
Lembre-se: os seus profissionais
de vendas querem saber sobre onde e como seus colegas fecharam negócios
importantes. Considerar isto no formato das sessões é fundamental. Eu Ernesto,
costumo realizar atividades pre-work com
os participantes, trazendo fotos e narrativas sobre suas vitórias na forma de um
painel bem dinâmico e moderado por mim com intervenções como histórias pessoais
e exemplos na bibliografia de alguns grandes líderes da atualidade. O efeito
dessa dinâmica sobre o moral do time e sobre a prática de team building são extraordinários!
3. Uma bela confraternização!
Sim claro! Fique atento à programação: Se vocês
estão hospedados num resort, óbvio que todos querem nadar, jogar bola, andar a
cavalo, usufruir das instalações do hotel. Se a expectativa você deseja um team building, é necessário tempo livre
para jogar conversa fora e conhecer melhor os colegas de cada um.
Que as histórias fazem parte da vida de todos nós, você já sabia. E que o storytelling (ou contação de histórias) é cada vez mais utilizado no meio corporativo, provavelmente também!
A grande oportunidade sob a qual quero falar a vocês nesse post, é a de construir treinamentos baseados em narrativas dinâmicas, aderentes à rotina dos profissionais de vendas e com forte protagonismo deles durante as sessões.
Uma narrativa de sucesso sempre tem protagonistas envolvente, marcantes e usar os elementos dela, em especial, de uma Jornada do Herói, podem fazer toda a diferença na capacitação de sua equipe comercial.
Em alguns de meus treinamentos recentes, tenho utilizado esses recurso e reconheço que a assimilação de conceitos e o comprometimento com a aplicação deles pós-treinamento aumentam significativamente.
Para ter sucesso na utilização das ferramentas deste método, convém elaborar previamente um brieffing (especificações em geral para o conteúdo e sua aplicação em sala) bem detalhado, esboçando a jornada, suas etapas, caracterizando muito bem o personagem vendedor e o "antagonista" cliente que faz objeções.
Ao final, a Jornada se conclui com o pedido fechado, um acordo bem negociado, ou com um conjunto de "chaves" que de agora em diante abrirão as portas em seus clientes desejados.
Como inspiração sugiro inscrever-se em nosso Canal e assistir a este vídeo:
Sucesso em suas vendas!
Ernesto Costa Santos
WhatsApp: 11-99726.1900
" Você concorda com esta afirmação: "Todos nós costumamos agir conforme o que já está dentro de nós mesmos"
Para muitos, isso explica nossas desculpas, motivos (bons ou não tão bons) e nossos “porquês”.
Da mesma forma, nossas atitudes, nossa predisposição para nos mexermos diante dos obstáculos do dia a dia, e nossa determinação para fazermos uma transformação em nossas vidas, estão muito relacionadas com nossas experiências pessoais.
Como você pode ver, este tema promete, não é mesmo?
Eu convido você a prosseguir, porque o melhor ainda está por vir...
Este tal de “autoconhecimento” nada mais é do que o conhecimento mais detalhado que uma pessoa tem de si própria!
Simples assim.
Mas, a verdade é que, se alguém lhe perguntar: “O que você sabe sobre você? ”, normalmente você responde dizendo seu nome, idade, profissão, onde mora, talvez alguns gostos e preferências e o que você odeia fazer.
Todos nós certamente temos muito mais a falar sobre nós mas, a verdade é que não é fácil falar sobre algo além disso, porque de fato sabemos muito pouco sobre nós mesmos.
Você não foi estimulado a olhar para dentro de si mesmo. Nossa cultura e os meios de comunicação de massa lhe estimulam e lhe induzem a padrões externos, padrões de consumo e de comportamento esternos.
Vivemos tão concentrados no mundo exterior que raramente fazemos uma pausa para olharmos exclusivamente para dentro de nós.
E se pararmos para refletir sobre porque não procuramos nos conhecer melhor, logo pensamos “Tenho pouco tempo para cuidar disso”. Na verdade, o tempo é apenas um aspecto a ser considerado.
Quando você for avaliar o quanto se dedica a você, pense em todas as áreas da sua vida: Como você está se cuidando emocionalmente? Você gosta de ler? De conversar com amigos? De comer pastel na feira? De ir ao cinema? De comprar sapatos e bolsas? De praticar esportes? De namorar, dançar e beijar?
Talvez, você está vivendo a sua vida e fazendo as coisas “no piloto automático”, sem pensar, sem melhorar, sem sentir prazer de fato. Mas por que será que tantas pessoas vivem assim? Porque agimos automaticamente na maioria das vezes?
É desconfortável olharmos internamente, procurarmos e não encontrarmos respostas melhores. Às vezes nenhuma resposta. Evitamos essa busca, porque, se a fizermos, nos sentiremos inseguros, impotentes, angustiados, por não sabermos qual é a nossa verdadeira identidade.
Agora, que você já matou sua curiosidade sobre o tema Autoconhecimento, ou a aguçou mais ainda, que tal baixar nosso e-book este tema, clicando AQUI!
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Para você que é nosso cliente na VAP! Vendas de Alta Performance, reunimos duas perspectivas para este novo desafio que se avizinha:
De um lado, temos Alencar Burti, falando em nome do SEBRAE e das pequenas e médias empresas brasileiras, e suas projeções que indicam que, mesmo com melhora de faturamento em novembro e dezembro, é grande a chance de encerrar o ano com empate técnico no faturamento das PMEs: aumento real de 0,2% em relação ao ano de 2013.
E, segundo Burti, tudo indica que 2015 não será um fácil, com economia ainda estagnada, índices de inflação que teimam em não baixar e a confiança dos consumidores também em queda. Ou seja, o desempenho das pequenas também deve ser modesto.
Ainda segundo o presidente do conselho deliberativo do SEBRAE-SP, será a hora de todos fazerem suas lições de casa: empresários, empresas e equipes melhor preparados têm mais chances de ultrapassar os obstáculos que se avizinham.
Como uma das bandeiras a serem defendidas pela instituição está a próxima alteração do Simples, com a criação de tetos de transição de R$ 7,2 milhões e de R$ 14,4 milhões, a implementação de uma faixa de transição para os MEIs, entre R$ 60 mil e R$ 120 mil, a diminuição de faixas de tributação (de 20 para sete), e a redução do número de tabelas (de seis para quatro).
Por outro lado, trazemos a você, nosso leitor, a posição de Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que apresenta cenários com alternativas mais promissoras:
A expectativa para o ano que vem é de um crescimento entre 5,5% a 7% do mercado de franquias. No caso de número de unidades, a estimativa é de um aumento de 7,5% a 8,5%. “É um número bastante forte por conta das aberturas de novos shoppings programados para o ano que vem. O número de lojas de ruas também começou a crescer, principalmente nas cidades do interior”, explica.
E com a ajuda de alguns especialistas deste setor , a ABF e a EXAME.com reuniram as tendências do mercado de franquias do ano que vem que mais prometem.
A conclusão e mensagem que queremos deixar para você é a de continuar trabalhando firme, investindo nas tendências que prometem, e também buscando melhorar, sistematizar e inovar em seus processos de gestão e vendas rumo à Alta Performance em seus negócios.
Para
você, profissional de vendas, vender com alta performance significa:
“Estabelecer
claramente seu público-alvo, a ser trabalhado com as melhores competências
interpessoais, sistêmicas e negociais, num determinado período de tempo, de
modo alinhado com as melhores práticas de seu mercado e sob os critérios
definidos pela sua liderança comercial.”
A Neurociência
explica
como o nosso cérebro:
produz
nosso
comportamento, age
ao nos relacionarmos, decide
ao tomarmos decisões, nos
torna mais propensos a certos hábitos.
Ela demonstra ainda porque
que nossa mente nem
sempre reaje de uma forma única,
ou
mais provável, quando
somos questionados, desafiados ou recebemos simples ordens.
Um aspecto
bastante importantepara nosso
sucesso como profissionais de vendas de alta performance
é entendermos
que, nosso aprendizado,
assim como o do nosso cliente, se dá através de estímulos
(externos a ele) que damos sucessivamente em
nossas entrevistas pessoais, ao telefone ou por escrito.
Esses estímulos
vão gerar uma carga de
raciocínio e aprendizado na memória
de trabalho dos clientes, que,
por sua vez, serão confrontados
e associadosa sua
memória de longo prazo e serão incorporadosa
ela, caso haja persistência, coerência e
congruência em nós ao nos comunicarmos com eles.
Esses estímulos
vão gerar uma carga de
raciocínio e aprendizado na memória
de trabalho dos clientes, que,
por sua vez, serão confrontados
e associadosa sua
memória de longo prazo e serão incorporadosa
ela, caso haja persistência, coerência e
congruência em nós ao nos comunicarmos com eles.