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Estudo apresentado no Fórum Econômico Mundial de 2014 e elaborado pela Consultoria McKinsey, a partir de entrevistas com 905 pessoas nas principais capitais brasileiras, revelou que 73% dos entrevistados declararam fazer a troca ou venda de produtos usados, como forma de adquirirem bens e serviços de modo colaborativo.
Na pesquisa também aparecem itens como aluguel ou empréstimo de bens, aluguem de carro ou carona, contratação coletiva de serviços e hospedagem solidária.
Em Recife, cidade pioneira no compartilhamento de carros, 50% da população adulta pesquisada conhece esta prática.
Em outra pesquisa internacional realizada pela internet, 78% do público pesquisado em nosso País disse aceitar a ideia de compartilhar bens e serviços em troca de ganhos financeiros.
No Brasil, organizações como o Banco Itaú e a OLX, empresa de classificados gratuitos pela internet, são exemplos de empresas que já aproveitam esta "janela de oportunidades" para capitalizar a imagem de organização sustentável e inovadora.
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Se você pensa que todos os mercados no Brasil andaram à míngua em 2014, saiba que as fusões e aquisições movimentaram mais de US$ 100 bilhões em pouco mais de 870 transações.
E em 2015, o entusiasmo dos bancos especializados esta maior ainda. Tudo motivado pelos resultados da Operação Lava Jato, que esta levando algumas construtoras a venderem seus ativos, empresas de óleo e gás, bem com o setor elétrico, com dificuldades de financiamento.
Complementando, o dólar valorizado facilita a compra por investidores estrangeiros.
Algumas Instituições financeiras alcançaram índices de crescimento entre 20 e 25% em suas operações, o que compensou com sobras suas perdas no mercado de ações.
Como destaque destas operações aparece a aquisição da GVT pela Telefônica, que movimentou cerca de US$ 9,7 bilhões.
Segundo especialistas dos Bancos BTG e Credit Suisse, líderes no Brasil, as operações anuais desta natureza têm se mantido na casa dos 65 bilhões de dólares e tendem a se manter assim.
Como você pode ver, sempre há alguém ganhando com a "crise"...
Você gostaria de participar de um mercado que anualmente movimenta mais de US$ 3,4 trilhões?
Um negócio bem maior que o próprio PIB do nosso País.
Talvez você até não se mostre interessado num primeiro momento, mas o fato que você e muitas das pessoas mais próximas a você em sua família, em seu trabalho, ou em qualquer lugar por onde você ande, já fazem parte desta indústria.
Estamos falando de coisas tão diversas (e tão interligadas) como spas, móveis, turismo, alimentos, dentre outros.
Para você ter uma ideia, é mais até que a indústria farmacêutica em todo o mundo.
Em termos cronológicos, para você ter uma ideia do crescimento expressivo deste mercado, até o início do século XX as grandes fortunas estavam na mão de quem comercializava madeira, aço e petróleo. Após a segunda guerra mundial, com a aceleração da comunicação, da economia e da vida das pessoas em nossa planeta, a cada nova década víamos o destaque de uma nova indústria: Nos anos 50 foi a construção civil, na década de 60 foi a automobilista, nos anos 70 os eletrodomésticos, na década de 80, o entretenimento, nos anos 90 a indústria de informática transformou Bill Gates no homem mais rico do mundo e na virada do século, a internet transformou jovens como Mark Zuckerberg e Sergey Brin em novos bilionários.
E agora vemos que a geração nascida entre os anos 80 e 90, agra na fase adulta, e influenciada pela internet demonstra maior consciência sobre o consumo de alimentos e sobre a preservação daquilo que chamamos de nosso bem-estar.
Junte-se a isso nosso estilo de vida estressante, alimentação inadequada e o desejo de viver mais e com mais qualidade de vida, aproveitando melhor a família, viagens e novos prazeres após a aposentadoria.
Além de impulsionar indiretamente tantos segmentos há algumas décadas, agora vemos que a Indústria do Bem Estar já se faz notar e destacar dentro da indústria da tecnologia.
Só a título de curiosidade, até 2016, cerca de 200 milhões de dispositivos tecnológicos usados para vestir ou usar junto ao corpo, farão parte de nosso guarda roupas e das nossas listas de presente de aniversário...
Incrível. Dispositivos que nos permitem monitorar sinais vitais, necessidades fisiológicas, prevenir doenças, regular nossa atividade corporal...
Você pode assistir este vídeo com dicas (em inglês) sobre estes dispositivos (wearables) aqui:
Sem dúvida um oportunidade incrível de negócios em produtos e serviços!